Sobre Centro de Portugal - Portugal

CENTRO DE PORTUGAL:

Aveiro, Coimbra, Serra da Estrela, Leiria, Fátima e a bonita Costa Oeste são alguns dos tesouros do centro de Portugal, uma região diversa nas paisagens, na cultura, gastronomia e clima!
Dos picos forrados de neve no inverno da Serra da Estrela, à praia da Figueira da Foz. Da Universidade de Coimbra à ria de Aveiro e sem esquecer as bonitas aldeias de xisto que se espalham pelas serras e a lindíssima cidade de Tomar, há muito para ver e viver!
Seja para ter como primeira morada, seja para férias ou para transformar numa oportunidade de negócio, não faltam oportunidades de imóveis a preços atrativos e com construção de topo. A procura de imóveis nesta região tem aumentado entre outros motivos pela beleza e riqueza da região aliados à boa oferta de infraestruturas e serviços.

O centro de Portugal é uma região de património histórico muito rica. Vejamos as aldeias, cidades e pontos turísticos mais importantes:

Reviver a pré-história em Ansião

Uma terra rica em património histórico. É esse o pretexto do turismo de Ansião, no distrito de Leiria, para atrair cada vez mais visitantes. Conhecido por ser um concelho rural de tradição histórica, cujas origens remontam aos tempos pré-históricos, Ansião conta com uma vasta história cultural. Presume-se que há cerca de 190 milhões de anos todas as terras desse concelho estavam submersas. Fazem parte do município de Ansião as freguesias de Alvorge, Ansião, Avelar, Chão de Couce, Lagarteira, Pousaflores, Santiago da Guarda e Torre de Vale de Todos.
As primeiras referências a Ansião datam de 1175. Entretanto, somente em 1514, D. Manuel elevou a localidade a vila.
Para os visitantes mais crentes, o concelho de Ansião conta com um património religioso extenso e de grande interesse sacro, tais como a Igreja Matriz de Ansião, a Capela da Constantina, a Igreja Matriz de Alvorge, a Capela da Misericórdia, a Capela da Ateanha, a Igreja de Nossa Senhora da Graça, a Igreja Matriz de Santiago da Guarda, a Igreja de S. Domingos, a Igreja Matriz da Nossa Senhora da Guia, a Igreja Matriz de Chão de Couce, a Capela de Nossa Senhora do Pranto e a Igreja de Nossa Senhora das Neves. Outros marcos históricos são também importantes para se conhecer um pouco do passado de Ansião e das suas gentes, como a majestosa Residência Senhorial dos Condes de Castelo Melhor, as Ruínas da Torre da Ladeia, a ponte do Marquinho, Ponte da Cal, Forno Medieval de Avelar e a Quinta de Cima. Os moinhos de vento completam o cenário do concelho, que guarda em si uma extensa área verde, numa autêntica valorização da natureza. Mas o património histórico acaba por ser o grande atractivo deste concelho.
O Museu Municipal não poderá ser esquecido nesta viagem pela história, que remonta há muitos séculos. Prova disso é a existência de uma Anta na Atalaia, outra em Alto do Pisca e a localização de um castro da Idade do Ferro no Escampado de S. Miguel. A viagem deve continuar por Alvorge e Torre de Vale Todos e Lagarteira, povoações que se situariam na área da Ladeia, linha de fronteira entre cristãos e mouros nos séculos XII e XIII.

O Rio de Tomar, Portugal

Alvaiázere, do chícharo aos vales encantados

Imagine uma terra onde a influência árabe faz parte das suas tradições e onde a natureza e a religião ditam as regras. É assim Alvaiázere, uma vila portuguesa pertencente ao distrito de Leiria, com cerca de 1.800 habitantes. O município de Alvaiázere conta com sete freguesias, sendo elas Almoster, Alvaiázere, Maçãs de Caminho, Maçãs de Dona Maria, Pelmá, Pussos e Rego da Murta.
O concelho deve o seu nome à influência árabe na região. Quando esses povos invadiram a Península Ibérica, no ano de 711, se apoderaram de grande parte do actual território português, foi o caso também de Alvaiázere, a quem baptizaram de Al-Bai-Zir ou Alva-Varze, de acordo com a história.
Apesar dos anos, o município manteve sempre as suas características culturais. Um dos pontos mais importantes do concelho é a serra de Alvaiázere, de onde se pode visualizar um panorama excelente daquela localidade, num ambiente repousante. A paisagem é composta também por vinhedos, olivais, campos de milho e de alegre casario branco e ocre. As encostas guardam a pureza dos rebanhos e das cabras, num município onde a natureza é intensa, com a presença de vales e várzeas que acolhem dois cursos de água, o Nabão e a ribeira de Alge.
São inúmeros os artefactos pré-históricos e sítios arqueológicos espalhados um pouco por todo o concelho. Antas do Ramalhal, a Rominha e o povoado da Serra de Alvaiázere são um dos principais pontos turísticos daquela zona, que guarda importantes marcos arquitectónicos históricos.
A base económica desta região é a agricultura. Os solos férteis, os vales e as várzeas bem irrigados e as encostas cobertas de vinhas e oliveiras, foram importantes auxiliares da sua população.
Mas a história foi moldada através dos tempos. Alvaiázere foi elevada a vila por D. João I, em 1338. Em 1435, segundo documentos existentes na Torre do Tombo, D. Duarte doou a vila a sua mulher, a Rainha D. Leonor, passando assim Alvaiázere ao domínio da coroa. D. Manuel deu-lhe foral novo, em 15 de Maio de 1514. Nesse ano, não só a vila de Alvaiázere recebeu foral novo. Das actuais freguesias do concelho, também Maçãs de D. Maria e Pussos (conhecida como Vila Nova de Pussos) obtiveram também os privilégios desse documento.
Os sinais do passado e da sua história são ainda evidentes em todo o concelho de Alvaiázere. No local, estão situados vários solares e quintas senhoriais, todos com séculos de história. Na sede do concelho existe um solar que foi de Duarte Pacheco Pereira, o famoso assassino de D. Inês de Castro, antes de fugir para Espanha, numa das mais conhecidos episódios da história de Portugal.
Nas freguesias de Alvaiázere é possível travar um encontro com a antiguidade através dos pelourinhos e das suas igrejas matriz. O espírito religioso deste povo está expresso nas lendas que circulam de pai para filho, desde há muitos séculos.
Actualmente, Alvaiázere é conhecida por ser a capital do chícharo, uma leguminosa, pequena, que tem o mesmo tratamento que o feijão, mas que cresce em terrenos áridos. Alvaiázere torna-se assim no sítio ideal para se saborear esta leguminosa confeccionada das mais variadas formas. Para além do chícharo, à mesa reina o saboroso queijo da região, os enchidos, a carne de alguidar, o cabrito e o leitão assado no forno, acompanha-se com o excelente vinho da região. O bolo de noiva é o doce preferido dos populares e dos seus visitantes. Uma verdadeira viagem no tempo, que contempla desde a rica história do concelho, passando pelo melhor da sua gastronomia, sem esquecer a natureza que marca a sua presença em todos os cantos de Alvaiázere.

Descobrir as belezas de Castanheira da Pera

Castanheira de Pera é uma pequena vila portuguesa localizada no distrito de Leiria, com cerca de 3.600 habitantes. Ao todo, o concelho de Castanheira da Pera é constituído apenas por duas freguesias. Castanheira de Pera e Coentral.
E é nesta segunda freguesia, Coentral, que está localizado um dos marcos turísticos do concelho: a Capela de Santo António da Neve.
No antigo Cabeço do Pereiro, Serra da Lousã, está situada a Capela de Santo António da Neve, em honra de Santo António, mandada construir por Julião Pereira de Castro. Durante anos, a capela esteve nas mãos de particulares, mas em 1954 foi adquirida pela Câmara Municipal de Castanheira de Pera, tendo ficado na posse da Junta de Freguesia do Coentral. A capela está classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1986.
Mas o concelho guarda também outras atracções, como a Praia Fluvial das Rocas, um complexo de lazer situado num lago com quase um quilómetro de extensão. A praia é composta por uma piscina de ondas artificiais, considerada a maior de Portugal. Após a abertura deste complexo turístico, em 2005, mais de duzentas mil pessoas visitaram Castanheira de Pera. Actualmente, a Praia das Rocas é o cartão de visita do concelho.
Outros locais, tais como a Praia Fluvial do Poço Corga, a Ribeira de Pera, a Ribeira das Quelhas, a Serra da Lousã, a Capela Antiga de Pera, os Museus Casa do Tempo, do Lagar do Corga, da casa do neveiro e a Casa do Soares são ainda muito procurados pelos visitantes.
O concelho tem uma economia voltada, há vários anos, para a actividade dos lanifícios. A produção artesanal durou até 1860, altura em que foi criada a primeira fábrica. Contudo, a partir de 1980, a indústria começou a atravessar uma grave crise, que levou ao encerramento de várias fábricas. Hoje em dia, a aposta do concelho recai sobre o turismo. Além do património local, o concelho oferece um leque de vantagens para aqueles que preferem aproveitar o melhor da paisagem. Assim, para os que visitam Castanheira de Pera, há propostas de percursos pedestres, numa envolvente natural fantástica. Sem falar nas festas e romarias que decorrem ao longo do ano.

Universidade de Coimbra

Sabores locais / Gastronomia

GASTRONOMIA:

A gastronomia desta região prima pela diversidade: dos peixes e mariscos da zona costeira aos pratos mais elaborados e substanciais do interior passando pelo cabrito assado, as trutas de escabeche, o serrabulho, o queijo e o requeijão, o arroz de cabidela de cabrito, os bolos de erva-doce e o famoso Mel de Urze, típico da Serra da Lousã. Na parte de vinhos a região engloba uma série de regiões vitivinícolas, entre elas as famosas Bairrada e Dão.

Praias / Desportos

PRAIAS, RIOS E SERRAS:

Os areais de São Pedro de Moel, da Figueira; a ria de Aveiro e as praias fluviais do interior ou a imponente albufeira de Castelo de Bode, às portas de Tomar, um imenso espelho de água bordejado de encantadores aldeias.

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